
Jorge Barreto Matos é o autor do livro “A Ressurreição do Vaqueiro” e de outras obras, como “Minha Terra e Minha Gente”, publicada em 1967. Essa última quase o tornou persona non grata em sua própria terra, onde, de certa forma, foi incompreendido e até hostilizado.
Hoje, grande parte da nova geração de seu berço natal já não o conhece. Por isso, ele apresenta sua obra mais recente: “A Ressurreição do Vaqueiro”. Um trabalho que, talvez, carregue erros e acertos, mas que foi escrito de forma sincera e profunda.
Ele confessa, com honestidade, que foi o melhor que seu coração simão-diense conseguiu expressar ao retratar a terra em que nasceu, onde criou suas primeiras raízes e, depois, alçou voo para outras paragens.
Um livro dedicado à história de Simão Dias que oferece um panorama rico e detalhado da formação do município, baseado em documentos, depoimentos e registros históricos. Desde a doação de terras, em 1784, para a construção de uma capela, até episódios que marcaram a consolidação da comunidade; a obra revela os principais momentos que moldaram a cidade.
A narrativa também aborda as famílias tradicionais, as disputas territoriais entre Sergipe e Bahia e as mobilizações da população em períodos de tensão política. Destacam-se os desafios enfrentados pelos colonos, os conflitos com autoridades da Vila do Lagarto e as dinâmicas de organização administrativa que sustentaram a povoação.
Além disso, o livro retrata aspectos da vida social, econômica e religiosa, como o comércio local, a atuação das lideranças e os eventos religiosos de destaque, incluindo a construção da Igreja Matriz de Simão Dias, inaugurada em 1910. Ao reunir uma variedade de registros, a obra oferece uma visão abrangente dos principais acontecimentos que contribuíram para o desenvolvimento e a identidade do município, revelando a força de uma comunidade que construiu sua história com resistência e fé.
Sobre o autor: Jorge Barreto Matos é sergipano, da cidade de Simão Dias. Nasceu a 04/01/1944. Em 1961, ainda na adolescência, acompanhou os pais na mudança de residência para a cidade de Aracaju. Seu primeiro livro, “Minha Terra e Minha Gente”, teve o lançamento em 1967, primeiro na terra natal e após na capital do Estado. No ano seguinte publicou o quinzenário “A Voz da Mocidade”, jornal de aspecto simpático, corpo editorial à altura do meio. Periódico impresso em oficina particular, teve vida útil, embora curta. Escreveu meia dúzia de obras — todas de sabor histórico e cor regional. Autodidata e consciente das limitações do seu engenho; o pouco que publicou, o fez, se não por diletantismo, seguramente para se esquivar do ócio e, com esse expediente, matar o tédio ou mesmo o tempo.
Quem tiver interesse em adquirir o livro acesse: https://loja.uiclap.com/titulo/ua133567
Por Assessoria