Ronda Maria da Penha já atendeu 227 mulheres agredidas em Sergipe

A deputada e presidente da Procuradoria da Mulher da Alese, Goretti Reis (PSD), agradeceu e parabenizou a Polícia Militar de Sergipe, na pessoa da capitã Fabíola Goes, coordenadora da Ronda Maria da Penha

Foto: SSP/SE

A Ronda Maria da Penha da Polícia Militar de Sergipe completou dois anos no último 8 de março, com ações voltadas para a prevenção da violência contra a mulher e de fiscalização ao cumprimento de medidas protetivas deferidas pelo Judiciário e no acolhimento às mulheres vítimas de agressão. Desde a criação, 227 mulheres agredidas foram acolhidas.

O projeto é desenvolvido desde 2019 no município de Estância, em parceria com a Frente Parlamentar em Defesa da Mulher da Assembleia Legislativa de Sergipe, o Tribunal de Justiça de Sergipe, entre outras instituições. Atualmente contempla também o município de Itabaiana, se somando ao projeto Agreste pela Vida (Agrevida), que funciona desde setembro de 2017 na prevenção e combate às drogas, ao suicídio, à pedofilia e à violência doméstica.

Além de acompanhar as medidas cautelares, a Ronda Maria da Penha faz um trabalho educativo, conscientizando as pessoas para o fim da violência doméstica.

A deputada e presidente da Procuradoria da Mulher da Alese, Goretti Reis (PSD), agradeceu e parabenizou a Polícia Militar de Sergipe, na pessoa da capitã Fabíola Goes, coordenadora da Ronda Maria da Penha. “A nossa honrosa Polícia Militar implementou em 8 de março de 2019, a primeira unidade na cidade de Estancia e hoje também já temos o projeto em Itabaiana. O objetivo é contribuir para a redução da violência contra a mulher dessas cidades com atenção humanizada e integrada com os serviços da rede de atendimento”, afirma.

De acordo com Goretti Reis, são dois anos de muitas ações que salvaram vidas de mulheres vítimas de violência.

“É muito gratificante presenciar a implantação e a continuidade desse projeto de extrema importância para o fim da violência doméstica em nosso Estado. Ainda em 2017, apresentei um projeto para que Sergipe fosse agraciado com esse serviço. Como procuradora da Mulher muito me honra assistir a bravura com que essa violência é combatida por todos que atuam na Ronda Maria da Penha. À cada serviço com esse objetivo, a esperança de que o acolhimento e a proteção às vítimas de violência impedirão que vidas sejam tiradas. A certeza de estarmos no caminho certo”, acredita.

E acrescenta: “Não mediremos esforços para dar suporte a esses e a outros programas com esse objetivo. Nada mais justo do que homenagear esse grande projeto. Mulher não deixe calar sua voz. Procure auxílio e confie nessas pessoas que dedicam suas vidas a essa causa. Interessante ressaltar que os atendimentos especializados a esse tipo de crime, mesmo com a pandemia, continuam com atendimento de forma presencial. A busca por uma delegacia e através de medida protetiva a Ronda Maria da Penha é sua aliada no combate a violência sofrida por você. Parabéns a toda a equipe da Ronda Maria da Penha de nosso Sergipe”.

Dados

Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública, a Ronda Maria da Penha atendeu desde março de 2019, 227 mulheres em casos envolvendo diversos tipos de violência previstos na Lei Maria da Penha, a exemplo de violência física, psicológica, moral, sexual e patrimonial.

Nesses casos, o agressor é afastado do lar ou do local de convivência com a vítima, através das rondas fiscalizatórias. E caso as medidas protetivas estejam sendo descumpridas pelos agressores, a orientação é para entrar em contato imediatamente com a guarnição para que acionem a Ronda Maria da Penha.

Fonte: Por Aldaci de Souza com informações da Secom Governo de Sergipe

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