Belivaldo Chagas prorroga toque de recolher por mais uma semana em Sergipe

Foto: Reprodução/Banco de imagens/SDCEV

O governo de Sergipe informou na noite desta terça-feira (6) que o toque de recolher será prorrogado por mais uma semana.  A reunião do Comitê Técnico-Científico e de Atividades Especiais (Ctcae), prevista para esta quarta-feira (07), foi adiada para a próxima semana.

O decreto divulgado na última reunião com as medidas de restrições sociais deverá ser reeditado ainda nesta quarta-feira, segundo o Estado. 

Na cúpula do governo, a avaliação é de que o quadro epidemiológico da covid-19 não sofreu mudanças significativas nos últimos sete dias e, portanto, a possibilidade de flexibilização das medidas de controle da doença está descartada.

Sergipe acumula 179.790 casos confirmados de covid-19 desde o começo da pandemia, com 3.642 vidas perdidas. Nas últimas 24 horas, a Secretaria Estadual da Saúde (SES) registrou 512 novos pacientes e mais 25 óbitos.

A alta pressão sobre as redes pública e privada de saúde é, contudo, o fator de maior preocupação para o governo estadual neste momento. 

Os hospitais públicos, que até a segunda quinzena do mês passado estavam conseguindo suportar o aumento da demanda de pacientes infectados, vivem uma realidade já bem parecida com a dos hospitais particulares que desde o começo de março operam acima da capacidade.

A situação, na avaliação de interlocutores ouvidos pelo F5News, é de ‘colapso’ e o governo teme não conseguir abrir novos leitos pelas dificuldades em garantir equipes médicas suficientes. 

Um lockdown também ainda não está sendo ponderado, atualmente, embora o Ministério Público do Estado (MPE) tenha ingressado na Justiça para obrigar a ampliação das restrições de funcionamento das atividades econômicas para reduzir a circulação de pessoas seja adotada ao menos em Aracaju. 

Durante o toque de recolher, das 20h às 5h, fica proibida a circulação de pessoas e de veículos, exceto em caso de trabalho, emergência médica ou urgência inadiável.

As restrições não se aplicam aos chamados serviços essenciais, como farmácias e postos de combustível, além de trabalhadores da saúde e desses setores que estejam em deslocamento. 

Fonte: F5 News

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