Contratos temporários é a marca registrada da gestão de Hilda Ribeiro na Prefeitura de Lagarto

Na manhã desta quinta-feira, 21, o radialista Narciso Machado, Jornal da Fan, repercutiu algo bastante comum na Prefeitura de Lagarto: O excessivo número de contratos temporários na gestão da prefeita Hilda de Gustinho (SD), que atinge o número de dois mil servidores contratados.

Segundo o radialista, o número de cargos temporários  é praticamente o mesmo de servidores efetivos, e assim como houve obrigatoriedade de concurso nas prefeituras de Itabaiana e Barras dos Coqueiros, também deve haver em Lagarto.

“Se o Ministério Público de Lagarto fizer com a mesma lei, baseado nos mesmos critérios daqueles que atuam na Barra dos Coqueiros e Itabaiana, você que é concurseiro pode ter a boa notícia de um concurso público na cidade”, afirmou Narciso.

Narciso Machado também frisou que o número de contratos temporários da Prefeitura de Lagarto é semelhante ao da Prefeitura de Aracaju que tem população seis vezes maior.

2020

Em fevereiro de 2020, a Promotoria de Justiça da 12ª Zona Eleitoral, por meio do promotor de Justiça Antônio Carlos Nascimento Santos, recomendou a prefeita do município de Lagarto, Hilda de Gustinho, a exoneração dos servidores de cargos comissionados que atuassem em atividades rotineiras e ordinárias da administração pública, sem qualquer caráter de direção e assessoramento.

Além disso, foi recomendado que a prefeita rescindice todos os contratos temporários que violem às normas do art. 37, inciso IX, da Constituição Federal (CF), que dispõe sobre “os casos de contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público”.

No ensejo do excessivo quantitavo de contratos temporários,  há suspeitas da existência de funcionários fantasmas e prática de nepotismo na Prefeitura de Lagarto.

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