Ministro da Educação é recebido pelo governador e promete “boas notícias” para Sergipe

Foto: Isac Nóbrega

As perspectivas para o financiamento do sistema educacional no Brasil e uma análise sobre o último Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)  foram alguns dos temas tratados pelo ministro da Educação, Milton Ribeiro, em entrevista a equipe de reportagem da rádio SIM FM. 

As declarações foram proferidas durante o segundo dia da Reunião Geral da Frente Nacional dos Prefeitos, realizada em Aracaju nesta sexta-feira, 26. No evento, o ministro comentou qual seria o objetivo de sua vinda ao estado.

“Estamos aqui hoje pois tivemos o privilégio de sermos recebidos pelo governador para destravar algumas obras que foram empenhadas, que já estão a caminho, mas existem aquelas burocracias que existem em todo serviço público. Creio que em breve o povo sergipano terá boas notícias”, explicou Milton.

O ministro também chegou a opinar sobre uma fala do presidente Jair Bolsonaro, de que o Enem de 2021 teria a cara do governo. Milton Ribeiro analisou positivamente a aplicação e o teor tratado no exame.

“O presidente falou que o Enem teria a cara do governo, e teve mesmo, a cara do governo é competência, transparência, seriedade, sem fraudes e corrupção, e isso aconteceu, todo mundo viu. Com relação ao conteúdo das perguntas, todos os educadores já se pronunciaram, pois não houve nenhuma interferência, nem pode haver, a educação não tem partido, temos que levar a sério a educação brasileira”, afirmou Milton.

Na oportunidade, o ministro comentou sobre a nova modalidade do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), após o Congresso promulgar uma emenda à Constituição que o tornou permanente.  Atualmente o Fundeb é o principal mecanismo de financiamento do setor no Brasil, que vai da pré-escola ao ensino médio.

“Melhorou muito, de algo que era apenas uma lei ordinária, com tempo e com prazo de vigência, o Fundeb entrou para a constituição. Mas o que é mais importante é que ele aumentou os valores da contrapartida federal que passou de 10% até 23% para os estados membro. Também a lei ficou mais transparente, o gestor público vai ter toda a facilidade de receber os recursos, mas nós temos todos os instrumentos para que ele preste contas ao povo e ao TCU”, explicou ainda.

Fonte: Fan F1

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